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Eu gosto de Azul

Já já vai sair de papel coadjuvante
Pra ter o sorriso mais cativante
Isso quando na mente se expande
E vemos o ser se tornar gigante

Atrás das cortinas da página
Um capítulo a mais e há mais e mais
Sem título mente em máquina
Um motor a mais e há maio e março

Há todos os meses de um ano que passou voando
E todas as vezes assimétrico, assim eu vou rimando

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Castanhos (Parte 2)

Somos as loucuras dos dias quentes
Somos o aconchego dos dias frios
Somos o sabor do ópio entorpecente
E somos o som das águas nos rios

É, mas não somos o toque
Somos horizontes
Nós não somos os bosques
Somos os montes

O vento silencioso que te traz calafrios
O ranger dos móveis em meio ao silencio
O que ecoa e reverbera dentro do vazio
A consciência que te liberta do bom senso

É preciso cair e é preciso mudar as direções
É preciso sair e é preciso surtar suas orações

A vida vai te obrigar a ver as coisas por outro ângulo
Não se irrite e aproveite as portas abertas
A sua mente quer ver além de quadrados e retângulos
Tende e pende a mais figuras geométricas

Depende de você mudar e evoluir
Não é só andar na contramão
E sim, moldar estratégias ao fluir
O diferente em determinação

E então seja a leve brisa que vento leva
Toque os braços abertos de quem espera

Filólogos

O imã, é a atração entre os opostos
Só entende o prisma, os que estão dispostos
Brilham, os que se deixam expostos
Só entende a rima, quem faz com proposito

Nem toda interpretação está no recitar
Sorrisos de perfumes e dos sons à decifrar
Nem toda observação é feita pelo olhar
Sem apagar, por cima dos rabiscos a editar

Você já sabe o que é passado, presente e futuro,
Sabe onde quer estar ou está em cima do muro?