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Parvos e Estultos

Quando meia verdade
Parece frase de sabedoria
Quando atrocidades
Se igualam a belas teorias

As mentes não voam
E tenho pena das pessoas

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Filólogos

O imã, é a atração entre os opostos
Só entende o prisma, os que estão dispostos
Brilham, os que se deixam expostos
Só entende a rima, quem faz com proposito

Nem toda interpretação está no recitar
Sorrisos de perfumes e dos sons à decifrar
Nem toda observação é feita pelo olhar
Sem apagar, por cima dos rabiscos a editar

Você já sabe o que é passado, presente e futuro,
Sabe onde quer estar ou está em cima do muro?

Cheios de Vazio

Passamos anos procurando ter um lugar ao Sol
Que no final, nós só queremos um lugar à sombra
Ultimamente tem sido fácil desistir dos sonhos
E percebemos que aquilo que nos faz falta, sobra

Castanhos (parte 2)

Somos as loucuras dos dias quentes
Somos o aconchego dos dias frios
Somos o sabor do ópio entorpecente
E somos o som das águas nos rios

É, mas não somos o toque
Somos horizontes
Nós não somos os bosques
Somos os montes

O vento silencioso que te traz calafrios
O ranger dos móveis em meio ao silencio
O que ecoa e reverbera dentro do vazio
A consciência que te liberta do bom senso

É preciso cair e é preciso mudar as direções
É preciso sair e é preciso surtar suas orações

A vida vai te obrigar a ver as coisas por outro ângulo
Não se irrite e aproveite as portas abertas
A sua mente quer ver além de quadrados e retângulos
Tende e pende a mais figuras geométricas

Depende de você mudar e evoluir
Não é só andar na contramão
E sim, moldar estratégias ao fluir
O diferente em determinação

E então seja a leve brisa que vento leva
Toque os braços abertos de quem espera